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BOLSAS FEMININAS. A HISTÓRIA DESTE ACESSÓRIO QUE É EXTENSÃO DO CORPO DA MULHER

Bolsas femininas. História e Evolução por TICTACTOO
A companheira inseparável através dos tempos

Bolsas femininas são os acessórios mais vendidos no mundo, em todos os lugares, sob todas as circunstâncias e a razão é meio óbvia quando se analisa, pois é como se um certo grupo da sociedade nascesse sem alguma parte do corpo e, de repente, alguém inventasse uma peça substituta e oferecesse ao mercado.

Descontando os exageros, é notório que as bolsas femininas funcionam como parte do próprio corpo da maioria das mulheres, no mundo todo.

Podemos falar de estilos, de formatos, de opções, de tamanhos, de materiais, mas é inquestionável que onde estiver uma mulher, provavelmente junto a ela estará alguma espécie de bolsa.

Bolsas femininas acompanham a mulher desde os primórdios da evolução, vindo dos tempos mais primitivos, sendo uma companheira inseparável, responsável pelo armazenamento de parte relevante e simbólica de seus sonhos, segredos, particularidades e aspectos de personalidade.

É por isto que as bolsas femininas, embora sejam tantas, continuam sendo únicas, pois cada uma guarda a história particular de cada mulher, com suas características, trejeitos e hábitos, reservados dos olhos do mundo, como os cantos mais profundos de seus pensamentos e intimidade.

Por mais que seja difícil compreender as mulheres, vamos tentar entender um pouco sobre as bolsas femininas, quem sabe elas nos ajudam a descobrir algo mais a respeito destes seres maravilhosos que desfilam beleza e graça pelas ruas da nossa imaginação…

BOLSAS FEMININAS E SUA HISTÓRIA ATRAVÉS DOS TEMPOS

Bolsas femininas e a condição de acessório fundamental
Conectadas com as mulheres desde o início da civilização

Bolsas femininas estão desde sempre acompanhando a evolução da mulher, mesmo nos tempos mais primitivos, quando sequer sabíamos falar ou nem imaginávamos quem éramos ao certo.

Historiadores afirmam que os primeiros registros de bolsas femininas datam de muito tempo atrás.

Existem referências a espécies de bolsas femininas já em pinturas encontradas nas pirâmides e estamos falando em aproximadamente 1000 anos a.c.

Pinturas rupestres pré-históricas trazem imagens do que seriam sacos junto ao corpo de caçadores e mulheres em suas atividades aldeãs primitivas, mas não há como certificar a existência específica deste acessório, pelo simples fato de que os materiais usados na sua confecção primitiva se deterioravam com muita facilidade.

É difícil imaginar uma bolsa de palha, couro ou outro material tão perecível que tenha durado mais de 1000 anos, encontrado ainda em condições de identificação e análise.

De qualquer forma, por lógica simples, é possível acreditar que assim que a consciência começou a se estabelecer na mente humana, uma das primeiras descobertas estava relacionada à necessidade de encontrar equipamentos que servissem para transportar as peças de utilidade para a vida cotidiana das tribos, que eram nômades, bem como objetos de utilização pessoal, por mais simples e primitivos que fossem.

Estamos falando de 10.000 anos atrás, quando a razão começou a se formar como consciência humana e passamos a entender o mundo à nossa volta, nos diferenciando dos demais mamíferos.

Se você pode imaginar a existência de mulheres, portanto, pode imaginar que, com elas, desde sua consciência, existiam as bolsas femininas.

Os homens também se utilizavam deste tipo de acessório de transporte de itens, mas suas características caçadoras e guerreiras, exigiam maior agilidade de locomoção, movimento e funcionalidade, fazendo com que os transportes e cuidados ficassem ao encargo das mulheres das tribos e aldeias.

Parece que é deste ponto em diante que se estabelece, de forma definitiva, a cumplicidade entre as mulheres e as bolsas.

Homens podem andar sem pastas, sacolas ou bolsas, mulheres não conseguem se movimentar sem as suas bolsas femininas.

A vaidade foi criando as diferenças entre as bolsas masculinas e femininas, pois as características práticas mais associadas aos homens, resultaram em peças mais rústicas, por vezes maiores, com estilos simples.

As mulheres, por sua vez, em torno da idade média, encontraram a oportunidade de imprimir sua personalidade naquela peça companheira.

Uma mulher deixa qualquer ambiente com sua personalidade, porque não faria o mesmo com a bolsa, que está sempre junto com ela, por necessidade, afinidade e estilo?

Afinidade?

Sim!!! Afinidade!!! Ou você duvida que uma mulher converse com sua bolsa?

As mulheres começaram a colocar enfeites, detalhes, pingentes, elementos estéticos em suas bolsas femininas, uma forma de realçar sua relação de cumplicidade com esta peça, assim como sempre fez com suas roupas e demais acessórios.

Foi neste momento que se consolidou a bolsa feminina como componente imprescindível do cotidiano das mulheres do mundo todo, sobretudo, a partir das civilizações mais evoluídas, que experimentavam tendências e espalhavam estes estilos pelo restante do mundo, como é até hoje.

BOLSAS FEMININAS DEFINEM OS ELEMENTOS DE COMPORTAMENTO

Acompanhando a evolução
Andando ao lado da mulher através da evolução

Componentes sociais de relevância também interferiram na forma e utilização das bolsas femininas, como a religião, por exemplo, que criou estilos clássicos, como os relicários que carregavam elementos sacros, como livros religiosos, terços, elementos de consagração e levavam consigo seu estilo.

Algumas peças se tornaram extremamente valiosas, ornadas em pedras preciosas e ouro, pois afinal, era uma forma de exibição de poder e ostentação, algo que é comum à natureza humana até os dias atuais.

Bolsa na Idade Média:

Bolsas femininas. No meio da idade média
Invadindo a idade média

O primeiro passo da civilização moderna trouxe grande evolução na construção das bolsas femininas, que começaram a ser parte dos desenhos dos grandes estilistas da época, compondo conjuntos entre bolsas e vestidos, muitas vezes conectados entre si, onde as bolsas eram amplos bolsos afixados às roupas.

Imediatamente as peças foram separadas e começaram a ser apresentadas juntas nos desfiles de moda na aurora fashion europeia dos séculos XIII, XIV e, principalmente, do século XV em diante.

O mundo parava enquanto aguardava os grandes desfiles de moda franceses e italianos, prontos a copiar descaradamente os modelos e lançar seus próprios estilos a partir daquelas inspirações.

Bolsas femininas estavam, definitivamente, incorporadas ao corpo da mulher, como se fosse uma extensão de sua parte biológica, sem a qual, seria impossível viver.

Foi exatamente quando os aspectos funcionais e práticos deixaram de ser tão relevantes quanto as questões estéticas e de status, que as bolsas femininas passaram de simples acessórios para objetos de desejo.

Bolsa na Idade Moderna:

Bolsas femininas se transformaram em componentes de modernidade
A modernidade veio guardada nos novos conceitos

Estética e ostentação foram os ingredientes determinantes para o avanço econômico deste segmento específico do mundo da moda, o que trouxe grandes interesses ao setor, com consequente aumento substancial do aporte de investimentos, a amplitude do universo de profissionais e estilistas que começaram a criar peças cada vez mais ousadas, inovadoras, atraentes, valiosas e que alimentaram o sonho de consumo das mulheres do mundo todo, criando um ciclo virtuoso de consumo, com base no desejo e na vaidade, algo que jamais morrerá.

No século XVIII eram as carteiras que tomavam conta, com seus materiais como couro, que iam do rústico aos mais trabalhados, até os tecidos, que representavam o status de quem usava, podendo ser dos mais simples, até as sedas, que determinavam riqueza e poder.

Bolsas femininas. Assim nasce a modernidade
A bolsa nasceu na funcionalidade

Existem registros de que foi a princesa Alexandra, filha do rei da Dinamarca, por volta de 1880, que teria lançado mão do uso das clássicas chatelaines, um tipo de bolsa feminina que trazia uma composição de materiais, como tecidos e metais, servindo de uma espécie de alça, que também poderia ser afixada às roupas provisoriamente, de forma que as mulheres pudessem ter as mãos livres para lidar com seus imensos e armados vestidos de crinolina.

Bolsa na Idade Contemporânea:

Avançando para o futuro
Elas sempre estiveram ali

Bolsas femininas não ficaram de fora do grande salto de estilo, produção, personalidade e utilização que a maioria dos produtos modernos experimentou a partir do final do século XIX e início do século XX.

O tempo e as condições de vida determinavam a moda e as bolsas femininas acompanhavam o fluxo.

Os estilos eram controversos, dada a ousadia dos designers da época.

Ingleses aderiram rapidamente às peças inovadoras, enquanto a rivalidade entre os povos, fez com que os franceses se referissem àquelas peças como “ridícules”, que significa “ridículas”, mas o poder da peça, indo de encontro à funcionalidade e à vaidade feminina, quebrou a resistência e as francesas caíram matando na utilização daquelas bolsas, que passaram a ser vistas como charmosas.

Se não pode vencê-las, junte-se a elas
Se não pode vencê-las, junte-se a elas

Os ingleses não perdoaram e criaram coleções completas daquele estilo, que propositalmente começaram a chamar de “reticules”, numa variação do apelido pejorativo que os franceses tinham dado inicialmente às bolsas.

Não vivemos naquele tempo, mas deveria ser lindo de ver uma francesa pedindo para comprar uma bolsa estilo “reticule”.

A revolução industrial trouxe ao mercado das bolsas femininas uma variedade muito maior de tecidos, materiais, complementos, estilos e utilizações.

Começaram a se consolidar os modelos diferenciados, como bolsas de festas, de passeio, de praia, mochilas, bags, de ocasiões especiais e específicas, fazendo com que cada mulher começasse a desejar mais de um modelo de bolsa, tendo uma para cada ocasião, de acordo com suas posses.

Foi por volta dos anos 20 que as bolsas femininas começaram a ganhar maior independência de combinações com as demais peças do vestuário, começando a trazer estilos únicos, sem o compromisso de harmonia entre a roupa e o acessório.

As bolsas femininas ficaram maiores e ganharam maior destaque ainda na composição dos estilos pessoais das mulheres do início do século passado.

A Europa, o centro do mundo, passou por guerras, o que trouxe certa escassez de materiais, mas a criatividade superou isto, com a madeira assumindo o lugar dos metais na construção das peças, os tecidos rústicos como o lonão, o linho ganharam espaço diante da seda e o segmento não parou um minuto sequer de evoluir.

No pós-guerra o milagre do desenvolvimento econômico, associado à evolução dos processos industriais, trouxe novos materiais e conceitos e foi aí que os renomados artistas iniciaram uma verdadeira competição por soluções cada vez mais ousadas e instigantes.

As primordiais e perenes
Classe e personalidade de quem chegou primeiro
O momento em que a classe e o estilo se tornaram grife
Quando clássicos se transformam em grife
Personalidade marcante de uma grande mulher
Uma marca registrada de uma mulher além de seu tempo

Por volta da metade do século XIX, Louis Vuitton lançou o primeiro modelo conhecido de bolsa tiracolo, o que foi um estrondoso sucesso, rapidamente seguido por Hermès e uma ousada Coco Chanel, que além de criar peças lindas, marcou um estilo clássico na verdadeira concepção da palavra, pois suas linhas eram perfeitamente identificadas pela sobriedade e beleza.

Bolsa na Década de 70:

A época da ousadia
Ousadia contemporânea

Os anos 70 trouxeram às bolsas femininas um maior conceito de versatilidade e não bastava mais que as peças fossem apenas bonitas e estilosas, aspectos como a inteligência de materiais, grafismos e soluções de design associadas ao movimento da “Era de Aquarius” ampliou o universo de possibilidades.

Bolsa na Década de 80:

Bolsas femininas. A época das transformações
Época das grandes transformações

Os anos 80 trouxeram uma evolução social importante na humanidade e a sociedade começou a criar grupos específicos de afinidade, deixando de ser uma linha de montagem de gente.

Surgiam as “tribos”, complexos sociais com hábitos particulares, que se reuniam por afinidades, por mais exóticas que pudessem parecer.

As bolsas femininas viraram ecléticas e você encontrava de tudo, para todos.

Peças de diversas cores, estilos, padrões, tamanhos, materiais, utilizações, se misturavam numa sociedade cada vez mais difusa e confusa.

A verdade é que você poderia fabricar qualquer coisa, dar um nome inusitado, colocar qualquer cor, que sempre teria alguém para achar maravilhoso e comprar, assim como sempre existiriam pessoas para odiarem a peça.

Bolsa na Década de 90:

Bolsas femininas. Quando o mundo ficou mais prático
Praticidade e elegância

A década de 90 já trouxe maior racionalidade ao mundo da moda e as bolsas acompanharam esta tendência.

Era natural que a sociedade se tornasse mais inteligente em alguns aspectos e as peças passaram a ser valorizadas pelo seu estilo mais minimalista, clean, funcional, com espaços para levar as novas tecnologias e invenções da sociedade, como compartimentos para celulares, cartões de crédito e conjuntos de maquiagem, por exemplo.

O clássico nunca morreu e quanto mais as diversidades se ampliavam, maior era a consolidação das marcas mais arraigadas aos seus conceitos únicos e imutáveis, como a Louis Vuitton, a Hermès e a Chanel.

Bolsa nos Dias Atuais:

Bolsas femininas. Em meio às infinitas variações
Variações de estilos e liberdade de conceitos

Bolsas femininas são como qualquer outro elemento desenvolvido pela humanidade e passaram pelos tempos ganhando e deixando elementos evolutivos, sempre se adaptando às condições, necessidades, preferências e recursos disponíveis.

Tudo é reflexo da sociedade e com as bolsas femininas não é diferente.

Séculos atrás se valorizava a ostentação e ainda é assim, mas se antigamente era maravilhoso andar numa carruagem feita de ouro, possuir uma Lamborghini dourada nos dias de hoje é cafona.

Usar um colar de 2 kg de ouro, antigamente, era visto como objeto de riqueza e desejo, enquanto hoje em dia, mesmo que você seja um príncipe árabe, usar algo maior que uma fina gargantilha é elemento de burrice e repugnância, não importa o quanto você tenha, importa o quão diferenciado você consegue ser e o diferencial da inteligência está na simplicidade.

As bolsas femininas ficaram mais práticas, funcionais, inteligentes, belas pelo estilo, acabamento, soluções de design, mas sobretudo, pela inteligência do conjunto completo, a capacidade de transportar objetos, a solução em suas dimensões, seu estilo que consegue ser despojado e clean ao mesmo tempo.

Os designers foram desafiados a conseguir unir o impressionante com o simples, o fantástico com o mínimo e o caro com o justo.

AS BOLSAS FEMININAS E A SUSTENTABILIDADE

Bolsas femininas. Uma questão se inteligência
Bolsas femininas se transformaram em manifestação de inteligência

Bolsas femininas seguem o passo da humanidade e uma boa parcela da nata intelectual do planeta tem entrado numa sintonia cada vez maior com os aspectos de sustentabilidade da vida e do ambiente.

Cuidar do planeta, dos seres vivos, viver uma relação harmônica com o todo universal é uma abordagem não apenas inteligente e simpática, mas é fundamental para a manutenção da vida em condições aceitáveis, não apenas para os humanos, mas para todas as espécies.

Esta parcela mais inteligente da sociedade tem sido muito mais valorizada no tecido social, pois se destaca pelas ideias, pelas práticas sustentáveis, pela qualidade de vida, pelo equilíbrio e, por consequência, pelos elevados níveis de felicidade que conseguem alcançar, partindo da filosofia de que “menos é mais” e o que possa ser integrativo é muito mais valioso.

Para esta nova classe diferenciada de humanos, a indústria vem criando soluções adaptadas ao perfil de respeito ambiental e preservação da vida e da natureza.

Bolsas femininas também chegaram a este estágio avançado de evolução e algumas marcas estão se destacando por produzir peças realmente encantadoras, criativas e fabricadas com materiais inteligentes, como variações sintéticas de couro, cada vez mais fiéis ao couro natural, só que com maior resistência, pois possuem uma natural perecibilidade muito menos elevada que o couro comum, que por ser de origem biológica, tende a deteriorar com o tempo.

Além disto, a possibilidade de produção industrial destes novos materiais, não dependem de você encontrar um animal com a pele perfeita, para sacrificá-lo, extrair a pele e andar pelo mundo ostentando aquele símbolo de morte e destruição como degrau de seu status e ascensão social.

Os casacos de pele passaram (e ainda estão passando por isto), quando você imaginava que bebês foca eram mortos a pauladas sangrentas para a extração de sua pele na mais tenra idade, o que assegurava uma textura mais macia aos casacos das madames.

Alguns ambientes pelo mundo não aceitam a presença de pessoas vestindo este tipo de material.

Bolsas femininas de tecidos e opções de materiais sustentáveis, permitem uma amplitude muito maior de opções de desenhos, padronagens, estilos, colorações e formas.

Quando uma marca é reconhecida por sua integração e respeito ao ambiente, quem utiliza aquela identidade, demonstra muito mais do que ostentação, vaidade e futilidade, vai além, deixando uma percepção de respeito à vida, ao mundo, às espécies e, sobretudo, de muita inteligência, o que leva esta pessoa a um andar superior na civilização e isto sim é ter estilo e fazer a diferença.

BOLSAS FEMININAS SEMPRE SERÃO UMA FORMA DE EXPRESSÃO

Bolsas femininas. Em busca do estilo perfeito
Quando conceitos viram moda

Bolsas femininas sempre serão elementos de expressão social de ideias, conceitos, pensamentos, ideologias e inteligência.

Tudo o que expomos a nosso respeito, que pode ser visto de nós, fala da nossa personalidade.

Por vezes pensamos estar mostrando algo, mas o que apresentamos pode ser percebido de muitas formas, pois a perspectiva das pessoas está atrelada ao seu modo muito particular de ver a vida.

Bolsas femininas são importante forma de expressão destes conceitos e os estilos adotados, as formas escolhidas, as combinações, deixam a estética agradável, a funcionalidade cumpre o seu papel de transportar objetos e o conjunto visual, de escolha de marcas e materiais, demonstram profundamente os traços de personalidade de quem usa.

Já não é tão incomum que alguém deixe de se aproximar de alguém porque aquele estilo do conjunto visual parece não combinar com o ponto-de-vista do eventual interessado.

Exércitos e povos se diferenciavam por bandeiras, por vestes, por acessórios e comportamentos.

Uma bandeira negra com uma caveira, tremulando no mastro principal de um navio, determinava que não se tratava de uma boa companhia.

Um casaco de pele natural de algum animal sacrificado, pode determinar luxo, poder, riqueza e até beleza estética, mas muita gente já não se aproxima mais de pessoas com este tipo de vestes, pois em tese, sua mente ainda está na superfície da vaidade, inapta para mergulhos mais profundos, talvez seja melhor que continue boiando.

Bolsas femininas sempre serão uma forma de ostentação, de imposição, de manifestação de personalidade, mas o tempo vem criando culturas ainda em minoria, mas cada vez mais inteligentes, avançadas culturalmente, que sabem que se a bolsa feminina pode ser uma peça de ostentação, então que ostente inteligência, harmonia, integração com o ambiente, sustentabilidade, sintonia universal, de forma que quem observa, entenda que aquela personalidade vale a pena de se conhecer, conviver e compartilhar a vida.

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